Novembro Azul é o nome dado ao movimento internacional criado para a conscientização a respeito do câncer da próstata. Esta iniciativa tem como objetivo a sensibilização dos homens para a importância do diagnóstico precoce do câncer da próstata.

Desta forma, no mês de novembro os homens são encorajados a tomarem medidas preventivas ou a fazerem o exame da próstata, que é composto pelo toque retal e exame de sangue PSA. A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia é que todos os homens que tenham mais de 45 anos façam um exame da próstata todos os anos.

Assim como acontece no caso do Outubro Rosa (em que edifícios ficam iluminados com cor de rosa), durante o Novembro Azul, monumento e edifícios relevantes são iluminados com a cor azul. Alguns exemplos são o Cristo Redentor e o Congresso Nacional.

De todos os tipos de câncer, o de próstata é o segundo mais comum nos homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma.

Além disso, o Novembro Azul também é um mês de conscientização do diabetes. Entre várias iniciativas, no dia 14 de novembro é assinalado o dia mundial do diabetes.

Também existem outras iniciativas criadas para clarificar problemas relacionados com a saúde masculina. Por exemplo, alguns homens aderem ao Movember, deixando crescer o bigode durante o mês de Novembro.

Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) apontou que 51% dos homens nunca consultaram um urologista. Um dos tipos da doença mais prevalente nos homens, o câncer de próstata tem estimativa de mais de 68 mil novos casos (INCA, 2018). A doença não tem prevenção, no entanto, o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento curativo. Hoje em dia, é possível até mesmo não retirar o tumor, quando ele é classificado de baixo risco, apenas acompanhar sua evolução, o que é chamado de vigilância ativa.

Vale lembrar que na luta contra o câncer de próstata os homens possuem um grande aliado: o médico urologista. “É o urologista o profissional médico capaz de diagnosticar e tratar a doença. Por vezes, o auxílio do oncologista e do radioterapeuta é necessário. Na maioria dos casos iniciais, o paciente não tem sintomas e só a avaliação rotineira com o exame de PSA e o toque retal permitem estabelecer a suspeita e prosseguir na investigação”.

 

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